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Postado em: 30/11/2008
Categoria: Tirinhas |
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Projeto, que funciona no Ceará, foi finalista de prêmio de leitura.
Idéia é incentivo para que crianças e jovens tenham contato com livros.

A criança ou o jovem quer ficar uma hora na internet? Tudo bem. Basta ler um livro antes por uma hora, ali mesmo, na Bila - Biblioteca com lan house, que funciona na comunidade de Pirambu, bairro de Fortaleza (CE).
"A idéia é incentivar a leitura. Para usar o computador, não há taxa. A pessoa só precisa ler um livro pelo tempo correspondente ao que ela quer passar na frente do computador", afirma Mauro Oliveira, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (Cefet-CE) e idealizador do projeto Pirambu Digital , que deu origem à Bila.
"E a pessoa não tem nem como fingir que fez a leitura, porque, ao final, ela precisa entregar um resumo do que leu para o monitor da biblioteca", conta Oliveira. A iniciativa chamou a atenção fora do Ceará. A Bila foi um dos 15 projetos finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da Educação e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.
Segundo Oliveira, o Pirambu Digital é uma cooperativa formada em 2003 por ex-alunos do Cefet que moram na região. Hoje, eles trabalham com tecnologia de ponta e se preparam para expandir as suas atividades: em breve, terá início a Pirambu Wireless. "O interessante é que esses jovens se mantiveram no bairro, que virou um verdadeiro Vale do Silício em Fortaleza", empolga-se Oliveira.
A Bila é mantida pela Pirambu Digital. Cerca de 50 usuários são atendidos por dia. E "filiais" da Bila foram abertas em outros bairros da capital cearense. "É algo que pode ser reproduzido em diversos locais. Propus até que fosse uma política pública no Ceará", diz.
via: g1.globo.com
Eu acredito que forçar a leitura como forma de pagamento para se usar a internet pode até dar certo, entretanto eu acredito que a concentração desta criança será mínima, pois enquanto lê, estará pensando em que comentário fará sobre a nova foto da amiga, no Orkut...
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Postado em: 28/11/2008
Categoria: Tirinhas |
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Postado em: 27/11/2008
Categoria: Geral |
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Eu estava divulgando o link para o donwload do Estatuto do Centro Acadêmico de Eng. Naval, quando me deparei com este texto de confirmação, ao enviar a mensagem para meus colegas de curso:
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Postado em: 27/11/2008
Categoria: Curiosidades |
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Professores da escola no interior de SP fazem a contagem.
Outra garota em Aracaju devorou 67 obras aos 6 anos.

A estudante Tainá Alves dos Santos, 12 anos, da 6ª série, já leu 230 livros só neste ano. A marca foi registrada em sua escola, na cidade de Catanduva, interior de São Paulo. E outra garota de Aracaju, Alice Vitória Rocha Silva, segue seus passos: aos 6 anos a pequena leitora devorou 67 obras contabilizadas pelos pais.
“Gosto de aventura, poesia, romance, suspense”, conta Tainá. Mas depois de duas centenas de livros ainda dá para lembrar de alguma história? Ela garante que sim: “Sempre fica na memória”, diz.
A adolescente estuda na escola estadual Jardim Imperial e a diretora da instituição, Veranice Aparecida More Zuri afirma que o colégio sempre teve a preocupação de estimular a leitura. Recentemente, adotou um projeto chamado de Centopéia, para estimular os estudantes a se tornarem leitores.
O funcionamento é bem simples: “A cada leitura, os estudantes fazem uma resenha e entregam para o professor. Na aula de educação artística, eles ganharam uma cartolina com a cabeça de uma centopéia. Depois de uma obra lida, o jovem acrescenta uma bolinha no corpo da centopéia”, explica. A iniciativa parece ter dado resultado – tanto é que o corpo da centopéia de Tainá já dá várias voltas na cartolina. “Se estivesse esticada ela estaria enorme”, diz a menina, que se tornou celebridade no colégio. “Ela, de repente virou importante”, diz a diretora.
Ler tanto assim ajuda na escola? “Para a redação eu tenho muito mais idéia”, afirma a estudante. Até mesmo entre os colegas, diz a diretora, há uma competição saudável para ver o corpo da centopéia crescer.
O livro que mais gosta é o “Mano descobre o amor”, uma historinha sobre dois amigos que conversam pela internet. “A história fala de um amigo que ajuda o outro a sair das drogas”, aponta Tainá. “Ler é muito interessante, porque não parece que a gente está lendo, parece que está vivendo.”
Conheça a lista dos dez livros recomendados pela jovem:
- “Mano descobre o amor” – Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein - “Pluft, o fantasminha” – Maria Clara Machado - “O gato da xícara de chá” – Anna Flora - “Marília Bela” – Ruth Rocha - “História meio ao contrário" – Ana Maria Machado - “Pedrinho e o Saci” – Monteiro Lobato - “Histórias maravilhosas de Andersen” – Hans Christian Andersen (tradução Heloisa Jahn) - “O menino que aprendeu a ver” – Ruth Rocha - “A semente da verdade” – Patrícia Engel Secco - “A formiguinha e a neve” – João de Barro
67 livros aos 6 anos
Estimulada pelos pais, Alice Vitória lê tudo o que chega às suas mãos. No 2º ano do ensino fundamental (antiga 1ª série) de um colégio particular no Sergipe, a menina virou referência para os colegas, segundo conta a sua mãe, a professora Isabel Rocha Souza.
“Desde o momento que nasceu, conto historinhas. E o primeiro brinquedo dela foi um livro, daqueles de plástico”, diz Isabel. “Na escola, ela é atração. A turminha não sabia ler com a desenvoltura que ela lê. Então, os amigos gostavam de observá-la”, conta. “Ela reconhece parágrafo e todas as estruturas.”
Além de leitora voraz, Alice Vitória, afirma a mãe, já arrisca os primeiros passos na literatura. “Um dia ela disse: ‘Mainha, quero escrever histórias como a Ruth Rocha’. Aí eu respondi que ela tinha de escrever. Depois ela voltou com uma historinha com começo, meio e fim”, diz.
Entre os trabalhos de Alice, estão histórias como “As aventuras da Mônica”, inspiradas na personagem de Maurício de Sousa; “O monstro invisível”, sobre o medo do escuro; “O monstro de chocolate”, sobre um homem que roubava crianças com doces; e “A bruxinha boazinha”, sobre uma bruxa criada por fadas, que ajuda crianças. Todos os contos, diz Isabel, são da jovem leitora.
Veja os livros preferidos de Alice Vitória:
- “O reizinho mandão” – Ruth Rocha - “O menino que quase morreu afogado no lixo” – Ruth Rocha - “O piquenique do Catapimba” – Ruth Rocha - “Gente bem diferente” – Ana Maria Machado - “Meu reino por um cavalo” – Ana Maria Machado - “Azul e lindo planeta Terra, nossa casa” – Ruth Rocha - “Cinderela” – irmãos Grimm - “Alice no país das maravilhas” – Lewis Carroll - “Mmmmmonstros!” – Ricardo Silvestrin - “É proibido miar” – Pedro Bandeira
via: g1.globo.com
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Postado em: 27/11/2008
Categoria: Tirinhas |
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Postado em: 27/11/2008
Categoria: Humor |
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Um ano tem 365 dias para podermos estudar.
Depois de tirar 52 domingos, só nos restam 313 dias.
No verão há 50 dias durante os quais faz demasiado calor para poder estudar. Assim restam-nos 263 dias.
Dormimos 8 horas por dia, por ano isso são 122 dias. Agora temos 141 dias.
Se nos derem 1 hora por dia para fazer o que nós quisermos, 15 dias desaparecem, assim restam-nos 126 dias.
Gastamos 2 horas por dia para comer,assim usamos desta maneira 30 dias
e sobram-nos apenas 96 dias no nosso ano. Gastamos 1 hora por dia a
falar com amigos e familiares, o que nos tira 15 dias mais,e então restam-nos 81.
Exames e testes ocupam no mínimo 35 dias do nosso ano, portanto só nos restam 46.
Tirando aproximadamente 40 dias de férias e feriados, ficamos apenas com 6 dias.
Digamos que no mínimo estás 3 dias doente, e estás então com apenas 3 dias para poder estudar!
Digamos também que só saímos 2 dias!
Só resta 1 dia!!!! Porém, esse único dia...é o seu aniversário!
via: www.portaldohumor.com.br
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Postado em: 26/11/2008
Categoria: Geral |
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Postado em: 26/11/2008
Categoria: Curiosidades |
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Projeto, que fica em Belo Horizonte, foi finalista de prêmio de leitura. No local, também são dadas aulas de reforço escolar. 
A ex-catadora de papel Vanilda de Jesus Pereira, 45 anos, que
cursou só até a 6ª série do ensino fundamental, nunca imaginou
que um dia chegaria tão longe. No início, há 20 anos, os
livros cabiam em poucas caixas embaixo da cama. Hoje,
ela coordena a Biblioteca Comunitária Graça Rios, na entrada da
favela Paquetá, em Belo Horizonte (MG), que tem um acervo de
cerca de 22 mil livros. "Nada foi planejado. Fui fazendo o
que era possível", diz Vanilda.
O projeto foi um dos 15 finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008,
uma iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da
Cultura e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A
premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.
"Acabamos não recebendo o prêmio de R$ 30 mil, mas, só com o
troféu de reconhecimento, já fiquei muito feliz." Porém,
perguntada sobre o que faria se o dinheiro tivesse vindo, ela
não hesita: "Iria rebocar as paredes da biblioteca, que
ainda estão no tijolo, trocar os cinco computadores, que são bem
antigos, e consertar a máquina de xerox".
Na biblioteca, que funciona num galpão, também são dadas aulas de
reforço escolar para as crianças mais novas e de preparação para
os jovens que vão prestar vestibular. O local funciona ainda
como uma espécie de creche. Diariamente, umas 30 crianças são
deixadas de manhã pelas mães, que retornam no final do dia para
buscá-las. O projeto conta com a ajuda de voluntários e o apoio
de diversas empresas locais, além de eventos promovidos para
arrecadar fundos.
Filha de pais analfabetos, Vanilda conta que sempre gostou de
ler, mas não tinha acesso a livros. Aos 14 anos, quando
trabalhava como babá para uma família, a patroa a demitiu após
ver que ela lia um livro sem autorização. O título da obra?
"A Escrava Isaura".
"Fiquei chateada, mas aquela situação foi um empurrão para
mim." Vanilda, então, comprou, claro, "A Escrava
Isaura" e "Éramos Seis". "Eu comprei porque
queria terminar de ler o livro!" E não parou mais. No final
dos anos 80, ela passou a ajudar crianças da região onde morava
com o dever de casa. "Muita gente começou a fazer doações.
E o acervo foi crescendo."
Da experiência amarga, Vanilda não guarda nenhum rancor da
ex-patroa. "Hoje, ela vem retirar livros aqui e a neta dela
é voluntária da biblioteca. O acontecido foi uma lição de vida
para mim e para ela"
Solteira e mãe de seis filhos, Vanilda diz que simplesmente faz a
sua parte. "Se a gente for esperar pelo outro, as coisas
nunca acontecem", afirma. "Se você não consegue sair
do lugar, mas consegue dar um empurrão para que outro consiga
sair, então já está valendo a pena", diz.
A biblioteca Graça Rios fica localizada na rua Glauber Rocha,
334, Paquetá, Belo Horizonte. O telefone é (31) 3498-1547. Via: g1.globo.com E tem tanta gente que pode e não faz...
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Postado em: 26/11/2008
Categoria: Tirinhas |
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 via: www.ensinodeciencias.net
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