A história teve início quando os alunos homens da faculdade de Direito resolveram colocar uma frase popular entre eles nas camisetas do grêmio estudantil. Logo, ela virou moda na universidade. Eles usaram a seguinte frase:
“Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!” ·
O povo da escola de Medicina respondeu a altura:
“Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece o corpo de uma mulher melhor que eu.” ·
Os alunos de Administração vieram na seqüência:
“Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não Administrar corretamente a coisa!” ·
O pessoal da Agronomia apelou para seus conhecimentos mais básicos e:
“Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!” ·
A corrente de propaganda não parava mais, então:
Os alunos de Publicidade entraram no jogo:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?” ·
Os engenheiros, ou futuros engenheiros, não podiam faltar! E responderam:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver, fôlego, capacidade, energia e potência para fazer varias vezes?” ·
De modo impressionante, a frase que derrotou a todas outras, veio de um curso que parecia não entender muito de mulher. Os alunos de Economia fizeram a campeã:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"
Realmente essa é muito boa! Retirei do profile do meu amigo Valino
Hoje, enquanto conversávamos no ver-o-pesinho da federal, esse mesmo amigo que eu citei a pouco me deu uma dica. Disse que havia uma continuação para essas frases, e que a campeã é outra, e não Economia. É a vingança das mulheres! Divirta-se:
Vejam a frase verdadeiramente campeã! As mulheres de Nutricionismo escreveram o seguinte:
"De que adianta
conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca,
poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias
vezes e ter dinheiro se, no final das contas, nós temos que ensinar a comer?
Frase esta que ouço com certa frequência, e pude ter o desgosto de ouvi-la
novamente ontem.
Para quem vai morrer com vinte anos, tudo bem, esta frase é perfeita. Caso
contrário, você pode até saber que a morte é certa, contudo, se ela demorar a
chegar, você vai penar um bocado se não tiver o mínimo de escolaridade para
competir por um bom emprego e ter uma boa vida, enquanto ela não vem!
Dia
primeiro de janeiro e já temos carnaval. A partir de agora teremos bloco
descendo a rua da praça todo domingo. Até o último dia de carnaval. Participei
da batalha neste domingo, como é chamada a descida do bloco dos vaqueiros (que
surgiu da palavra vácuo). É tudo uma bagunça, homens vestidos de mulheres,
mulheres de homens, os tradicionais mascarados e fantasiados. Enquadrei-me em
uma das características citadas a pouco.
Deveria ser um momento de apenas alegria, reencontrando velhos amigos, aos
quais a maioria nem me lembro mais...
Um destes que já me falhou na memória, falou comigo. Apertei sua mão enquanto
tentava lembrar a origem de tal amizade. Não lembrando, mas já achando seu
rosto familiar, me meti no meio do bloco e sumi por entre as pessoas. Seria a
última vez que falaria com ele.
Alguns minutos após, acompanhando o carro som, virei o rosto para me desviar de
uma moto que estava estacionada na rua por onde o bloco passava, e vi esse
amigo desconhecido com uma feição de choque, e então pude ver o sangramento no
seu tórax.
Pela manhã soube da sua morte. Foram duas facadas.
Estranho né? Este com certeza não foi uma das batalhas mais memoráveis...